ATUALIDADES
 
Governo massacra pequenos e médios empresários
Não há outra palavra para exprimir com tamanha exatidão o que o governo vem fazendo com os pequenos e médios empresários – um massacre! Esses valorosos lutadores, um dos responsáveis pela manutenção dos níveis de emprego no país, mesmo durante a recessão, vêm sendo repetidamente sufocados por uma enxurrada de medidas que, a título de reguladoras, são de alta complexidade para quem mantém o seu pequeno negócio e cujo objetivo final culmina sempre com aumento de impostos. Somente nos últimos anos, entre outras medidas, foram criados: o P.C.M.S.O. (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional); P.P.R.A. (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais); o cupom fiscal; a nota eletrônica, o controle de estoque ... e por aí vai. O pequeno empresário não mais tem tempo de cuidar do seu negócio. São tantas as normas, regulamentos, instruções empurradas goe-la abaixo do infeliz, que cumprir todas as exigências (ou mesmo parte delas) tornou-se uma missão impossível e em alguns casos nem mesmo os escritórios de contabilidade estão aceitando algumas tarefas, de tão complicadas que são.

Quanto custa manter um empregado na empresa
Se você conseguiu superar toda essa barreira burocrática, saiba agora quanto vai custar manter um empregado legalizado na empresa. A contratação de um funcionário com carteira assinada impõe ao empregador o recolhimento equivalente a 67,53% dos vencimentos que ele vai receber, referente os encargos trabalhistas e previdenciários sobre o salário, além de adicionais e benefícios garantidos pela CLT e as convenções coletivas. Esse absurdo percentual de 67,53% é composto de: férias + 1/3 (11,11%); décimo terceiro salário (8,33%); INSS sobre férias e décimo terceiro (5,6%); FGTS (8,5%); FGTS sobre férias e décimo terceiro salário (0,94%) e FGTS calculado sobre a rescisão (4,25%). Se considerarmos um trabalhador que ganhe mensalmente R$1,5 mil, o custo para a empresa será de, no mínimo, R$1.013,00, além do valor nominal do salário. Há, ainda, em numerosos casos, o pagamento de horas extras, adicionais noturno, de insalubridade e periculosidade, com seus respectivos encargos previdenciários e do FGTS.
Fala a verdade, pensando bem, com todos esses encargos e responsabilidade, é bem melhor ser empregado, que empregador.

O deficit da previdência pública
Toda vez que os aposentados do INSS tentam obter aumento, um pouco acima da inflação, a choradeira do pessoal do governo chega a comover. Vêm desculpas, cada qual mais esfarrapada, pelos porta-vozes da Previdência, alegando falta de recursos e que cada centavo de aumento dado, custa milhões ao tesouro. Está mais do que na hora, portanto, de esclarecer como é formado e quem são os responsáveis pelo déficit. Então vejamos. Temos dois tipos de previdência: a dos funcionários públicos federais que atingiu um déficit de R$47 bilhões, em 2009, enquanto que a do INSS, relativa aos trabalhadores do setor privado foi de R$42,9 bilhões, portanto inferior. Só que, o que torna mais vergonhoso esse déficit é o fato de ele se referir a 937.260 aposentados e pensionistas do setor público, enquanto que o déficit do Regime Geral da Previdência Social (INSS) se refere a 27.048.435 trabalhadores da iniciativa privada, entre os quais 8.142.125 da área rural, que muito pouco – ou nada – contribuíram para a Previdência Social.
Conclusão – o valor máximo da aposentadoria do INSS é de R$3,4 mil, enquanto que o VALOR MÉDIO das aposentadorias e pensões do Judiciário e do Legislativo supera R$13 mil por mês. Por beneficiário, o déficit na esfera privada foi de R$1.586,00, ao passo que, na esfera pública, foi de R$50.146,00 – 31,6 vezes mais! Uma tremenda discrepância entre a previdência pública e o INSS que os nossos legisladores fingem ignorar e nem o presidente Lula nem o Congresso parecem dispostos a corrigir. Há! Tem mais. A peãosada do INSS tem que trabalhar 30 anos para se aposentar com uma merreca; enquanto que os nossos luminares de Brasília, fingem que trabalham durante algum período e se aposentam com salário integral, mais bonificações e regalias. Será que não vai aparecer um governante de peito para colocar fim a essas iniquidades?

(Fonte: O Estado de São Paulo)


Brasil é considerado um dos maiores doadores
Enquanto os tristes flagelados pelas enchentes que atingem o nosso país de norte a sul, desfilam suas mazelas ou choram os seus mortos, o governo, em busca de status internacional, continua distribuído dinheiro pelo mundo afora. Segundo a revista britânica “The Economist” o país já se tornou um dos maiores doadores internacionais para áreas de risco ou financiamento de projetos. A reportagem indica que o orçamento oficial da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) é de R$52 milhões, mas levantamento feito pelo Instituto de Desenvolvimento Internacional do Reino Unido mostra que no total uma série de agências do governo brasileiro gasta 15 vezes mais do que isso em seus próprios programas de assistência. Iniciativas brasileiras incluem: cerca de R$177 milhões por ano com o programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento; R$531 milhões ao Programa Mundial de Alimentos da ONU; 619 milhões à reconstrução do Haiti; pequenas ações em Gaza e cerca de R$5,8 bilhões em empréstimos comerciais que empresas privadas brasileiras concederam a países pobres desde 2008 por meio do BNDS. Somando-se todas as frentes, o montante de ajuda internacional que o Brasil concede a outros países chega a cerca de R$7 bilhões por ano. Enquanto isso, os flagelados brasileiros que se lixem.

O CNA lança as Snack aulas
O CNA, tradicional escola de ensino de inglês em Serra Negra, lança uma novidade, as Snack Aulas, um minicurso gratuito composto por quatro aulas de 60 minutos, desenvolvidas para promover a experimentação de nossos cursos, com direito a certificado. O minicurso proporciona ao aluno o gostinho de dominar uma nova língua, descobrindo as oportunidades que o domínio de um novo idioma pode lhe trazer. O curso foi desenvolvido para atender crianças, jovens e adultos. E para quem participar e gostar, o CNA tem uma promoção especial – 50% de desconto, válido para os estágios iniciais de cada curso. Vagas limitadas. Entre em contato e faça a sua inscrição. O CNA fica na Rua Tiradentes, 221 – fone 3892-2101 ou acesse WWW.cna.com.br