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Quarenta anos depois, a música volta a ecoar. A banda Ecos Urbanos, formada em meados da década de 1980 em Serra Negra, retorna aos palcos com o projeto especial “Ecos Urbanos – 40 Anos Depois”, uma apresentação única e carregada de memória, identidade e emoção, integrando a programação do Festival de Inverno 2026.
De acordo com os integrantes da banda, “o espetáculo representa a retomada de uma história construída nos palcos da cidade e da região, quando jovens músicos transformavam o rock nacional em expressão própria, com personalidade, arranjos autorais e forte conexão com o público”.
Formada originalmente por Zé Vicente (vocal, guitarra e violão), Adilson Fagundes (guitarra), Ettore Baldini Neto (baixo), Paulo Candreva (bateria) e Júnior Caetano (que não estará presente), a Ecos Urbanos marcou época ao interpretar grandes nomes da música brasileira, sempre com identidade própria e sem seguir o formato tradicional de banda cover. Na apresentação especial do Festival de Inverno Serra Negra In Concert 2026, o tecladista Elinson Cristiano será o convidado e estará no palco neste espetáculo único, que será realizado no próximo domingo, dia 26 de julho, a partir das 18h30, na Praça Prefeito João Zelante, no centro da cidade.
O show propõe uma verdadeira viagem afetiva pela música nacional, reunindo clássicos de artistas e bandas como RPM, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Titãs, Raul Seixas, Plebe Rude, Engenheiros do Hawaii e Biquíni Cavadão, entre outros, além de referências às composições autorais e às participações da banda em festivais de Música Popular Brasileira (MPB) ao longo de sua trajetória.
“Dividido em blocos temáticos, o espetáculo mistura música, histórias, imagens e narrativa emocional, conduzindo o público por momentos que marcaram gerações: os ensaios tirados ‘de ouvido’, os festivais, os bailes, os shows em praças públicas, os encontros da juventude e os vínculos construídos através da música”, comenta Zé Vicente, integrante da banda.
O projeto também contará com a produção de um minidocumentário, registrando ensaios, depoimentos, bastidores e o reencontro dos integrantes após quatro décadas. “O tempo passou. A música ficou nesta celebração da amizade, da memória e da força da arte como elo entre passado e presente”, testemunham os músicos.



