“Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem” (Lc 23,34);
“Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc 23,43).
“Mulher, eis aí o teu filho” e “Eis aí tua mãe” (Jo 19,26-27).
“Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?’ (Mt 27,46; Mc 15,34).
“Tenho sede” (Jo 19,28).
“Está consumado” (Jo 19,30).
“Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito” (Lc 23,46).
- E tendo dito isso, Jesus expirou.
Suportando o sofrimento por um período de aproximadamente seis horas preso à uma cruz, com estas sete frases Jesus Cristo rendeu-se à dor e mergulhou no sono profundo da morte. Vayigva (וַיִּגְוַע) - o relativo em hebraico ao grego exepneusen, derivado de ekpneó - é traduzido como “respirar para fora”, ou “expirar”. Curiosamente, a raiz do termo Vayigva (morrer) é a mesma da palavra Vayitzer (וַיִּיצֶר), que significa “formar”, ou “dar vida à”, encontrada em Gênesis 2:7, no texto hebraico que narra a criação do homem pelas mãos de Deus.
A tradição cristã conta que a morte de Cristo teria trazido vida àqueles que posteriormente o seguiriam. Essa expressão de fé é fruto de um roteiro escrito há cerca de 2 mil anos, mas que, em 2026, ainda ressoa Brasil afora. E em Serra Negra, essa mesma história é contada há exatos 60 anos: “A Paixão de Cristo existe em Serra Negra desde 1966, e neste ano está nas minhas mãos. O antigo diretor, o querido e amado Oscar Brolesi, me deu ‘a sua bênção’, como dizemos no teatro, para que eu estivesse hoje aqui à frente da encenação de A Paixão de Cristo. E é tudo novo para mim como diretor. Mas graças a Deus, estamos caminhando bem, os ensaios estão a todo vapor, e tudo muito bem preparado para ser uma linda encenação. Estamos chegando na casa dos 60 atores, entre principais e figurantes, com destaque aos personagens principais, como Jesus, Maria, os discípulos e Maria Madalena, além dos figurantes. E esse ano, de maneira inédita, teremos a representação e a presença mística do mal. Eu tentei buscar inspiração no filme do Mel Gibson (2004), quando ele sofre a tentação Horto das Oliveiras, e esse personagem compõe o elenco junto com os principais. O texto segue o que o Oscar Brolesi já havia preparado, com uma releitura minha, pessoal, buscando sempre ser fiel àquilo que está registrado nas escrituras”.
Paulo Santos, muito mais conhecido como “Paulinho”, é ator, idealizador da Companhia Lolek de Teatro e o novo diretor do espetáculo de rua mais tradicional de Serra Negra, e um dos mais importantes do Circuito das Águas Paulista. A honra de dirigir a peça é carregada por uma imensa carga de responsabilidade e desafios, entre eles, o de organizar um elenco tão diverso, repleto de atores cristãos que se unem para narrar uma das mais destacadas histórias de todos os tempos, justamente ao lado de atores não-cristãos e até mesmo os chamados sem-religião. Santos - ou melhor, Paulinho - garante que apesar de ser um desafio, isso não impede o sucesso estrondoso do espetáculo: “Esse é o ponto, meu amigo, porque eu pensei muito antes de receber do Oscar esse desafio para ser o diretor. Conversamos bastante, e ele me ajudou muito na decisão. Ele me falava que como um auto religioso, que vai tratar de figuras bíblicas e históricas que estão ligadas à religiosidade, o desafio maior era saber como lidar com o público e também com cada ator, até porque, entre os próprios dos atores temos pessoas de variadas religiões, e também aquelas que não têm religião alguma. E o desafio era, justamente, saber passar para eles esse cuidado, com o texto, com o roteiro e, por fim, com a história narrada na Bíblia. Por isso, sempre alertamos ao elenco de que, independente da religião e da fé de cada um, eles estão em cena, vivendo uma história real, que é diferente do mundo ficcional, e que por isso o cuidado deve ser dobrado. Assim como em outras montagens, a encenação de A Paixão de Cristo também estimula que o ator traga para si o personagem, indo buscar informações e referências dele na fonte. Ou seja, a atriz que foi escolhida para interpretar Maria, por exemplo, precisa conhecer a história dela, mesmo que a veja como um católico a vê; o mesmo vale para Jesus, para os discípulos ou para qualquer outro papel”.
Além do máximo respeito por cada ator em cena, o diretor é responsável também por ter o público em alta conta, observando todos os aspectos inerentes à história real, bem como aqueles ligados aos espectadores, que trazem consigo crenças muito particulares a respeito desse momento que, literalmente, dividiu a história do mundo ocidental: “É importante ter esse cuidado com cada cena, cada ato e cada fala, especialmente quando acrescentamos um personagem diferente, como este, por exemplo, que representa o mal. É necessário tomar muito cuidado com as palavras, para apresentar uma narrativa fiel ao que aconteceu. Mas vale lembrar que o espetáculo é destinado a todas as idades, desde crianças e jovens, até os mais velhos. Eu entendo essa peça até mesmo como uma espécie de catequese para que o público - seja a pessoa cristão ou não - entenda o que a paixão de Cristo foi realmente, e como essa história mudou o mundo. Ao assistir ao espetáculo, o cristão vai se identificar com a fé que ele professa, com o Cristo que ele crê, seja ele católico, protestante ou de qualquer outra vertente; já para o não cristão, ele vai compreender a história real e como de fato ela se passou. Por ser um auto religioso, ele apresenta figuras bíblicas, contudo, mesmo que a pessoa não pertença à fé cristã, ela vai entender o porquê de o cristão acreditar nessa história. Por fim, mesmo quem não tem religião, poderá prestigiar e desfrutar de uma boa encenação. Com muito carinho, todos estão convidados, pois trabalhamos muito, pensando em cada cena e na atuação de cada ator que, vale destacar, são todos daqui de Serra Negra, entre eles, muitos amigos que compraram a ideia comigo quando, ainda com muito medo, assumi a direção da peça, e todos vieram me apoiar. O meu maior medo - e posso dizer que é o mesmo receio de todo diretor - era pensar no elenco, se os atores topariam participar, e em como era tudo novo para mim. Graças a Deus, o pessoal foi chegando, se interessando e fazendo os testes de papeis, até porque, temos esse cuidado extra de alternar personagens, porque existem atores aqui conosco que fazem o mesmo papel há muitos anos, e o desafio era trocar os personagens. O ator que interpreta Jesus Cristo, por exemplo, estava com esse papel há muitos anos. Esse ano ele continua conosco, mas num outro personagem”.
Outro fator de relevância na atuação de um diretor de teatro é estimular e incentivar seu elenco a navegar por novos mares e alçar voos mais altos, mesmo que isso também signifique arriscar-se: “Às vezes, o ator está numa zona de conforto, e é quando o orientamos a tentar fazer algo diferente. Ele sempre se pergunta se será capaz, e esse é o trabalho do diretor: mostrar ao ator que ele consegue, que ele pode se plastificar de outras maneiras. É claro que existem atores que não conseguem operar mudanças bruscas, como alguém muito cômico desempenhar um papel mais dramático ou triste, isso acontece comigo mesmo. Mas é justamente por isso que trabalhamos intensamente naquilo que chamamos de laboratório. Estamos ensaiando desde novembro, trocando os papeis, melhorando os personagens um por um, ajudando quem tem mais dificuldade, e toda a equipe de produção que está comigo tem me ajudado demais para deixar os personagens mais refinados”.
Democrática, A Paixão de Cristo em Serra Negra é formada por atores profissionais, semi-profissionais e amadores. Paulo Santos garante que é possível fazer um molho muito interessante com um elenco tão diverso e variado: “Tranquilamente, principalmente quando você trabalha com pessoas que têm vontade, até mesmo entre os leigos, mas que desejam aprender, que querem e procuram saber como atuar melhor e, assim, vão crescendo. E é possível ver essa evolução, de dezembro para cá, são três meses em que presenciamos um crescimento em todos os atores, inclusive entre os amadores, que alcançaram um nível muito bom para o palco e que já estamos indicando para que façam parte de grupos de teatro do município o que, aliás, é uma das nossas intenções com a Companhia Lolek. Queremos trazer essa intencionalidade, essa provocação e esse desejo no ator, mostrando que ele é capaz. Agora, portanto, já estamos na fase de corrigir as cenas, ajustar o posicionamento dos atores e garantir para que não dê as costas para o público, e esses pormenores. Mas posso assegurar que já estamos caminhando para a produção de palco e para os ajustes finais. Até porque, como tivemos alteração de locação esse ano, precisaremos fazer esses ajustes”.
Pensando em um local com maior iluminação, amplitude de espaço e, consequentemente, possibilidade de atrair um público maior, uma reunião entre membros da Companhia Lolek e da prefeitura de Serra Negra, realizada em fevereiro de 2026, decidiu pela alteração da locação, transferindo o palco da encenação da Praça Barão do Rio Branco (Fórum), onde o espetáculo era realizado há alguns anos, para a Avenida Governador Laudo Natel, local que recebe shows e o Carnaval de Serra Negra. Paulo Santos afirma que a decisão beneficia o público, principalmente pelo aumento no número de turistas que frequentam a cidade: “Graças a Deus, Serra Negra vem crescendo muito, e o número de turistas também vem aumentando, inclusive muita gente que vem de fora para assistir à encenação. Em anos anteriores, já fizemos a peça na Praça Barão do Rio Branco, com o público tomando as ruas laterais para assistir, e também fazendo a procissão pela Via Sacra, saindo da Praça do Fórum, indo até a Praça João Zelante, e finalizando em frente ao Mercado Cultural. Porém, como temos recebido um público muito extenso, tanto de moradores quanto de turistas, existem cenas que a visão fica prejudicada, fazendo com que buscássemos uma alternativa para que todos pudessem enxergar todas as cenas. O local escolhido como opção de teste foi a Avenida Governador Laudo Natel, que é um espaço amplo, mais iluminado, e onde as pessoas poderão visualizar o espetáculo todo com mais clareza”.
Há décadas, a Semana Santa está no calendário oficial de eventos do município como um dos maiores atrativos do ano, reunindo atividades variadas, como shows musicais, apresentações artísticas, exposições e outras manifestações culturais. Entre elas, e sem sombra de dúvidas aquela que mais agrada a serranos e visitantes, A Paixão de Cristo que em 2026, assim como em anos anteriores, será apresentada na Sexta-feira Santa, no dia 3 de abril, às 21h30, em exibição única: “Somente na Sexta-feira da Paixão, como manda a tradição serrana de se apresentar o espetáculo sempre na mesma data sagrada para os cristãos, lembrando a conotação religiosa, que seria o momento em que Jesus Cristo morre na cruz”.
Andando pelas ruas de Serra Negra é possível perceber um solo assaz fértil para a realização artística em seu mais pleno vigor. Nas ruas, nos bares e restaurantes, nos hoteis, nas igrejas e em outros locais públicos e privados, manifestações artísticas dão as caras para serranos e turistas. Música ao vivo, teatro de rua, espetáculos musicais e de ballet em um dos maiores palcos do interior do país, o Centro de Convenções Circuito das Águas, e intervenções de música e dança pelas calçadas, especialmente em feriados e períodos de férias, são algumas das expressões de arte mais comuns vivenciadas no município. Para Paulinho, a arte em Serra Negra está ganhando cada vez mais terreno: “Não só o teatro, mas a arte como um todo tem crescido bastante em Serra Negra e dado resultados muito interessantes para o município, especialmente para a juventude. Na música, por exemplo, com grandes cantores e instrumentistas, temos diversos grupos de dança, ballet e ginástica aqui da cidade, conquistando prêmios e realizando espetáculos, bem como a Fanjov, que é um patrimônio cultural serrano, que nos dá muito orgulho e traz grandes títulos aqui para Serra Negra”.
Espada embainhada, lança nas mãos, couraça resguardando o peitoral e, na cabeça, uma gálea prateada com soberbas cristas vermelhas é o figurino de um típico soldado romano nos palcos e nas telonas mundo afora. Os principais executores das ordens de César no século primeiro são, geralmente, representados como meros figurantes em espetáculos religiosos como A Paixão de Cristo. Apesar de pertencerem a um agrupamento que reuniu mais de 5 mil homens no período do Império, nos relatos bíblicos, os legionários, como eram chamados, também são pouco citados, e sua presença se faz notar nos momentos finais da vida de Cristo, já preso ao madeiro no alto do Calvário. Pela leitura dos Evangelhos, é possível notar, inclusive, que quem faz a prisão de Jesus são os oficiais do Templo, enquanto os soldados romanos só aparecem mais tarde, quando da constante transferência de Cristo de um tribunal para o outro.
Porém, quer pelo figurino, quer por qualquer outro motivo, nas representações teatrais são os romanos alguns dos personagens que mais chamam a atenção do público. E foi justamente um deles que Paulo Santos representou em sua estreia em A Paixão de Cristo de Serra Negra, onze anos antes de assumir o cargo de diretor do espetáculo: “Minha primeira encenação foi em 2015, ainda fazendo uma figuração como um soldado romano, e depois, com o passar dos anos, interpretei outros personagens. Em 2020, com a pandemia de Covid-19, nós tivemos uma pausa que durou até 2023, retornando somente cinco anos depois, em 2024. Mesmo com o retorno, havia poucos atores que queriam voltar com o espetáculo, sendo necessário um esforço muito grande, especialmente da parte do Oscar Brolezi, para, aos poucos, o elenco ser formado novamente, e eu estava lá também. Ainda como ator, participei da montagem recente de ‘Os Meliantes do Cortiço 9’, apresentada em fevereiro, na Praça Prefeito João Zelante, com a presença de grande público, fruto do trabalho da minha amiga Dalila Praxedes, fundadora da companhia de teatro Raízes da Alma, que, assim como a Lolek, também está iniciando as atividades. Dalila também tem ideias de fazer outras peças e aproximar o teatro do público local. Eu também faço parte das montagens do Serra Negra Esporte Clube, com o teatro, do ator e professor Douglas Minosso, e com a dança, da professora e bailarina Brenda Chaves. Em 2025, tivemos o musical ‘Mamma Mia!’, no Centro de Convenções, e já estamos nos preparando para o projeto deste ano, que ainda não sabemos qual será, mas que estou junto também. Ainda tem muita coisa boa por vir”.
Entre curtos-circuitos de uma cadeira elétrica de madeira, um homem segura um violão enquanto o outro se prostra no chão para que seja pisado pelo primeiro. A poucos metros acima deles, no topo da escadaria, sobre uma segunda cadeira de madeira repousa uma das figuras mais marcantes do catolicismo no século 20. Vestido com um manto vermelho e portando seu famoso barrete de seda branco, o sorriso alarga a gargalhadas diante de uma cena cômica, provocando espasmos respiratórios (tosse) no líder máximo da religião romana. O que ele vê são dois homens vestidos de palhaços brincando em frente ao público presente na Praça São Pedro, no Vaticano.
Como profundo amante das artes, esse era mais um dia comum na vida religiosa de quem compreendeu a arte como forma de louvor. Antes de assumir o segundo papado mais longevo da história da Igreja Católica Apostólica Romana (1978-2005), somando 26 anos, 5 meses e 17 dias, e ficando atrás apenas de Pio IX (1846-1878), com seus impressionantes 31 anos, 7 meses e 23 dias, João Paulo II foi dramaturgo e ator. E é a toda essa perspectiva de vida que Paulo Santos e a Cia Lolek prestam homenagem: “Criamos a Cia Lolek essencialmente para a encenação, e pretendemos estar à frente dela pelos próximos anos, se Deus nos permitir. Escolhemos esse nome porque ele tem uma íntima ligação com o Papa João Paulo II (Karol Wojtyla), já que ‘Loleck’ era o seu apelido na infância. Nascido em 18 de maio de 1920, ele viveu em Wadowice, na Polônia, e Loleck significa ‘Pequeno Carlo’, ou ‘Pequeno Carol’, um apelido carinhoso que o antigo papa recebeu antes mesmo de se tornar sacerdote. Nossa companhia presta uma homenagem a um santo moderno da Igreja Católica, em uma profunda e respeitável condição com a fé. Já na conexão teatral, o próprio Papa João Paulo II, nutria uma paixão profunda pelo teatro. Ele foi ator e dramaturgo antes de entrar para o seminário, sendo conhecido como um amante das artes. Mesmo depois de assumir o Papado, Wojtyla recebia, no Vaticano, artistas e grupos teatrais que vinham se apresentar para ele. Há uma cena muito bonita (disponível na internet) onde dois palhacinhos brincam em frente ao Papa na praça de São Pedro, e ele assiste e ri muito da cena cômica. Sendo assim, no contexto religioso, e para quem conhece a história de João Paulo II, o nome é muito significativo e reverente, enquanto para o público que não conhece, o nome ‘Lolek’ soa puramente artístico, moderno ou até mesmo exótico. Acredito que foi uma excelente escolha que fizemos para a companhia. Independentemente de religião, João Paulo II foi conhecido pelo mundo inteiro pelo seu extenso papado, somando 27 anos à frente da instituição. A Paixão de Cristo, como montagem estreante, é um auto que une as duas vertentes, a religião e a arte. E tenho para mim que o foco da Companhia Lolek será, mesmo, nos autos religiosos, contando outras histórias interessantes, como a do Apóstolo Paulo, também no Novo Testamento, ou ainda as histórias do Antigo Testamento, como Moisés e outros personagens bíblicos icônicos”.
No terreno árido dos anos 1990, o sonho de criança desafia a rudeza do solo infértil, mostrando que o milagre é possível ao converter a escassez em oportunidade de se fazer presente e ouvir de cima dos palcos. E é contra essa severa realidade que Paulo Santos quer lutar, promovendo o milagre para quem quer se tornar ator: “Apesar das dificuldades da época, faço teatro desde criança. Ainda nos anos 1990 era muito caro e difícil fazer aulas de teatro e participar de uma companhia, não havia tantas escolas nem oficinas gratuitas, como hoje se vê. Atualmente, graças a Deus, existem muito mais possibilidades de se estudar e fazer teatro, inclusive com aulas gratuitas e espaços públicos, especialmente para crianças e jovens. E uma das nossas ideias, com a Cia Lolek, é justamente estar nesse meio, ajudando e oferecendo essa oportunidade para os jovens. Há na nossa essência essa ligação forte com a juventude, pois João Paulo II, ele mesmo era um amante da juventude, e expressa isso ao dizer: ‘Jovens, vocês são o futuro do mundo; vocês precisam estar à frente, lutando para o bem comum’, dizia ele”.
Sabendo da relevância do espetáculo para a história cultural serrana, para todos aqueles que professam a fé cristã, bem como para os amantes do teatro, Paulinho convida a todos a prestigiarem um dos atos mais solenes e memoráveis do calendário anual de eventos do município: “Eu quero agradecer por estar aqui, meu amigo Ibraim, e pelo convite de falar a todos os ouvintes da Rádio Serra Negra (104,5 FM) e aos leitores do Jornal O Serrano. Que Deus abençoe e proteja a cada um de vocês. E que no dia 3 de abril, sexta-feira, às 21h30, estejamos juntos na Avenida Governador Laudo Natel, aqui em Serra Negra, para prestigiarmos a encenação de A Paixão de Cristo, um ato de fé, de amor e de história, que conta as últimas horas de Jesus Cristo. Esse é um convite a todos, serranos, turistas e a todos que vêm visitar Serra Negra nessa época do ano. Aproveitem para assistir à peça que é preparada com muito carinho para todos”.
Seja pelo amor à arte, ou pela paixão à Cristo, o convite é para que todos apreciem um momento que pretende ser inesquecível na mente e no coração de todos os espectadores.
Você pode ouvir essa história, com a entrevista de Paulo Santos, o Paulinho, além de ouvir os próximos episódios da série Entre Linhas e Vozes no canal da Freestory no Spotify, clicando aqui.