Ibraim Gustavo
Ibraim Gustavo

Jornalista, pós-graduado em Marketing, MBA em Comunicação e Mídia, e MBA em Empreendedorismo e Inovação. Empreendedor, é sócio-fundador da Freestory – A primeira plataforma do Brasil de autodescrição com storytelling, IA e IoT. Com formação em Profissões do Futuro (O Futuro das Coisas) e no Programa de Capacitação da Nova Economia (Startse). É também músico, escritor, roteirista e storyteller.

Esportes

De Olho na Copa: Uma Copa inédita - as novidades que vão marcar o Mundial de 2026

Maior número de participantes, três sedes e logística pela América do Norte são os destaques do torneio

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De Olho na Copa: Uma Copa inédita - as novidades que vão marcar o Mundial de 2026
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A Copa do Mundo FIFA de 2026 promete entrar para a história antes mesmo de a bola rolar, já que inúmeras atrações e novidades devem pautar essa edição do Mundial de seleções. O torneio, que será disputado em três países (Estados Unidos, México e Canadá) chega com diversas mudanças que vão impactar o formato da competição, o número de jogos e a logística do esporte mundial. Na série “De Olho na Copa”, o destaque de hoje são as novidades desta edição de Copa do Mundo.

A principal novidade está no aumento do número de participantes. Pela primeira vez, a Copa do Mundo contará com 48 seleções, ampliando o alcance global do torneio. Com isso, o número de jogos também cresce significativamente, mais países terão a chance de disputar o Mundial e o calendário será mais extenso. Bom para o torcedor, não tão bom assim para os clubes que são quem, no final das contas, pagam a conta dos jogadores no fim do mês.

A FIFA defende que a mudança representa uma tentativa de tornar a competição ainda mais democrática, inclusiva e atrativa, especialmente para nações que historicamente tinham dificuldade de classificação. Críticos ao modelo apontam apenas ganhos financeiros para a entidade com o acréscimo no número de países que sequer terão alguma chance de disputar o título.

Três países; um Mundial

Outro ponto que chama atenção é a realização do torneio em três países diferentes. Será a primeira vez que a Copa terá essa configuração, exigindo uma operação logística de grandes proporções. Entre os desafios estão o deslocamento de seleções entre cidades e países; a adaptação a diferentes fusos horários, especialmente por parte das delegações; a organização de calendário e infraestrutura; e a necessidade de se acomodar diferentes culturas durante os dias de torneio.

Por outro lado, a divisão das sedes permite aproveitar estruturas modernas já existentes, especialmente nos Estados Unidos, além de valorizar estádios históricos como o Estádio Azteca, no México, e de levar o futebol a um local onde o esporte não é tão valorizado, como é o caso do Canadá.

Para o leitor do jornal e do portal O Serrano e para o ouvinte da Rádio Serra Negra (104.5 FM), a série “De Olho na Copa” continua trazendo curiosidades, dados históricos e tudo o que envolve o universo das Copas do Mundo. Se tem novidade no Mundial, vamos torcer para que elas sejam para o bem. De todos.

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