Ibraim Gustavo
Ibraim Gustavo

Jornalista, pós-graduado em Marketing, MBA em Comunicação e Mídia, e MBA em Empreendedorismo e Inovação. Empreendedor, é sócio-fundador da Freestory – A primeira plataforma do Brasil de autodescrição com storytelling, IA e IoT. Com formação em Profissões do Futuro (O Futuro das Coisas) e no Programa de Capacitação da Nova Economia (Startse). É também músico, escritor, roteirista e storyteller.

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Entre Linhas e Vozes - Episódio 7: "O Assassino do Espelho" é o livro de estreia do jovem escritor Gabriel Menegatti

Com apenas 17 anos de idade, serrano lança primeira obra com potência psicológica e social

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Entre Linhas e Vozes - Episódio 7: "O Assassino do Espelho" é o livro de estreia do jovem escritor Gabriel Menegatti
Terceira obra escrita por Gabriel Menegatti, O Assassino do Espelho foi lançado em 2026 | Ibraim Gustavo

O som do interfone soou ligeiro, representando com o mesmo nervosismo. Ao abrir a porta, num tom baixo, a voz trêmula e cadenciada disse: “Oi, bom dia! Estou pronto! Eu treinei para vir aqui”. A insegurança perdurou apenas pelos próximos minutos. Ao ligar o microfone, do primeiro “olá, ouvintes”, ao derradeiro “muito obrigado!”, a entrevista com um jovem escritor serrano fluiu perfeitamente bem na Rádio Serra Negra 104,5 FM, durante a apresentação do Entre Linhas e Vozes, transmitida na emissora e replicada no jornal e no portal O Serrano.

Com apenas 17 anos de idade, ele tem o sonho de se tornar um grande escritor. O sonho, em si, já se tornou realidade, pois O Assassino do Espelho tem tudo para ser um clássico do suspense nacional. O reconhecimento, porém, precisa vir daqueles que têm o poder de tornar essa obra um referencial para a literatura brasileira: os leitores.

Apesar da pouca idade, parece mentira dizer que ele está no terceiro livro escrito - apesar de apenas o último deles ter sido publicado. Sua história com a arte começou há algum tempo: “Comecei a fazer teatro no Colégio Libere Vivere, de Serra Negra, onde estudei do 7º ano do Ensino Fundamental até me formar. E foi lá que dei meus primeiros passos na arte, inclusive participei de algumas peças e montagens da escola, como “Ontem, hoje e amanhã”, “Bang Bang” e “Boca de Ouro”. Porém, desde pequeno eu já carrego em mim a paixão pela arte, pois sempre gostei de ver filmes, ouvir e conhecer composições musicais e, por fim, sempre nutri uma paixão por atuar e estar em cena nos palcos. Mas o livro, mesmo, eu comecei a escrever quando tinha onze anos de idade. Nunca publiquei meu primeiro livro, que, na verdade, foi um presente de aniversário para o meu irmão Giovani - se não me engano, falava sobre dinossauros e outras coisas bem infantis. Já faz muito, muito tempo”.

Gabriel Menegatti não começou a escrever ontem, mas, sem sombra de dúvidas, seus textos estão mais refinados e profundos hoje. Sua tinta, mais carregada de emoções humanas, pesa a página com caos, destruição e diálogos amargos, como ele mesmo atesta na contracapa da obra: “Esse livro fala muito sobre amor e sobrevivência mas, acima de tudo, sobre aprendermos a enxergar as pessoas como elas são de verdade. Eu falo também acerca das marés que precisamos enfrentar e nadar na vida, sendo algumas muito rasas, e outras extremamente profundas. Acredito que é uma obra que tem muito a ver com psicologia, e sobre como vemos um ser humano, analisamos uma pessoa, e como percebemos a sociedade como um todo. Eu acho que fiz mesmo para isso, sabe? Para mostrar que todos temos dois lados: o humano, que pode vir a fazer mal e prejudicar alguém, mas é o lado humano do ser, mas que pode também tentar consertar, como todo mundo faz; mas também tem o lado bom de cada um, e é isso o que precisamos conhecer nas pessoas, qual deles é o predominante em cada um”.

Bom x mal

Jean-Jacques Rousseau (1712–1778) argumentava que o homem é naturalmente bom, livre e guiado pela piedade (o "bom selvagem"). No entanto, a criação da propriedade privada e o desenvolvimento da civilização trouxeram desigualdades, competição e egoísmo, corrompendo essa bondade original. Para ele, a sociedade transforma a piedade natural em orgulho e vaidade. Já Thomas Hobbes, argumentava que o homem é mau por natureza, sendo "um lobo para o próprio homem" (Homo homini lupus), necessitando de um estado forte para manter a ordem. Essa é a descrição da base da filosofia política de Hobbes (1588-1679), conhecido pela sua visão pessimista da natureza humana e pela defesa de um Estado autoritário em sua obra "Leviatã" (1651).

Sendo um debate religioso, filosófico e científico contínuo, ao propor a ideia de "tábula rasa", John Locke contribui para a questão ao afirmar que o ser humano nasce neutro, como uma folha em branco, e é moldado totalmente por experiências e educação. Longe de pôr um ponto final ao debate, e lançando mão da humildade, Menegatti não sabe responder com absoluta convicção se o ser humano é bom ou ruim: “Olha, isso é muito difícil de responder. Eu acho que no livro, os seres humanos são mais maus que bons. Eles não são pessoas boas, mas ainda assim, têm a questão da redenção. Mas a ideia é plantar a dúvida no leitor, e a resposta será, ao final, muito pessoal, a depender da visão de mundo do próprio leitor. Cada personagem tem as suas motivações para agir do modo que age. Há muita maldade descrita na história do livro, mas também há espaço para muita redenção e bondade na alma dos personagens. Mesmo sendo pessoas ruins, criminosas, eles têm redenção”.

Um corpo ensanguentado no chão numa rua deserta e mal iluminada (oportunidade); uma faca (meio - arma do crime) repousa ao lado do corpo com as impressões digitais ainda impregnadas nela. A cena, clássica de um suspense policial, é recheada de elementos que podem levar a audiência a acreditar que o criminoso será facilmente identificado. Entretanto, eles são insuficientes para sentenciar alguém. Isso porque falta um elemento fundamental no fato: a motivação. Oportunidade, meio e motivação. A tríade composta que baliza grandes obras da literatura e do cinema é também fundamental para a criminologia, especialmente na análise de como crimes são planejados ou executados impulsivamente. Esse conjunto é frequentemente descrito no "Triângulo do Crime". “Sim, os personagens no meu livro têm motivação, mas eu acho que o que os leva a cometer os crimes é aquilo que acontece com eles ao longo da vida. A título de exemplo, posso citar a vingança e os transtornos psicológicos. Particularmente, eu acho a vingança - o vingar-se por vingar - uma coisa muito rasa, sabe? O que eu acredito, porém, é em uma motivação muito mais emocional, que geram crimes passionais, situações que têm muito a ver com amor e morte. Basicamente, o livro é sobre esse dualismo e sobre o que prevalece no final. A intenção é tentar descobrir nas páginas quem somos nós quando fechamos nossos olhos”.

Amor e ódio, essa tênue linha que divide o coração, pode ser um grande ocasionador de desastres. Da morte real à subjetiva e filosófica, O Assassino do Espelho trata um pouco sobre ambas: “No livro há um pouco dos dois, porque é como eu gosto muito de escrever histórias. Ao final, o leitor fica se perguntando se determinado personagem está vivo ou morto, e precisa deduzir o que aconteceu no final. A intenção é refletir sobre os finais, diversos deles que enfrentamos na vida, elucubrando se o que vivemos era real ou não passava de uma ilusão”.

Estudante de psicologia, Gabriel Menegatti tem a humildade em reconhecer que saberá explicar melhor acerca dos pontos mais importantes do livro depois de formado: “Eu estudo psicologia na Universidade São Francisco, em Bragança Paulista-SP, e estou gostando muito da área e aprendendo bastante. Penso que meus livros ficarão melhores também, porque poderei trazer questões científicas para os personagens. Provavelmente, deve haver algo errado, mas não considero como um problema porque se trata da minha visão pessoal daqueles transtornos sobre os quais escrevi. Entretanto, quando eu aprender, realmente, ao longo do curso, saberei explicar melhor, e pretendo fazer um remake da obra quando eu me formar na faculdade, publicando uma edição especial, quem sabe até com um final após cinco anos”

O escritor tem fome de criar, e por isso, já avisa que O Assassino do Espelho é muito mais que um livro: “Na verdade é uma trilogia, que também abrirá espaço para várias histórias paralelas e spin-offs. Inclusive, já estou produzindo a próxima história, que se chamará “Se Eles Fossem Você”, que parte da história principal mas que aborda um tema paralelo. Faz dois meses que estou trabalhando nele e colocando meu coração nessa história, por isso mesmo, estou avançando bem rápido. Sinto que quando aliamos nossos talento e habilidade, alcançamos resultados melhores. Eu levei exatamente um ano e três meses para escrever O Assassino do Espelho, e acho que estou pegando o jeito para desenvolver o enredo mais rapidamente”.

E conforme sua escrita melhora e avança, Menegatti vai compreendendo quais sao os autores que mais influenciam e inspiram seu trabalho: "Primeiramente, a maior de todas que é a Agatha Christie (‘Assassinato no Expresso do Oriente’, 1934; ‘O Caso dos Dez Negrinhos / E Não Sobrou Nenhum’, 1939), uma verdadeira lenda. Além dela, há outros grandes autores em quem me insiro, como Rafael Montes (‘Dias Perfeitos’, 2014; ‘Jantar Secreto’, 2016), que amo de paixão e acompanho seu trabalho, além de Colleen Hoover (‘É Assim Que Acaba’, 2016; ‘Verity’, 2018). Esta última, inclusive, acredito que seja o típico caso de um gênio mal-compreendido, pois o público da Internet quer cancelar seu trabalho, principalmente por algumas polêmicas que envolvem o seu filho e aspectos da vida real. Dizem que ela costuma ‘romantizar’ relações tóxicas, porém, eu não compreendo dessa maneira, acho, na verdade, que ela demonstra como situações assim são comuns na vida, como o machismo estruturado existente e persistente em nossa sociedade. Sua obra ajudou muitas mulheres a lutarem contra o machismo a que eram submetidas, inclusive”.

Parece, mas não é

O avanço das tecnologias digitais tem transformado profundamente o processo criativo na literatura contemporânea. Cada vez mais autores têm recorrido à Inteligência Artificial como ferramenta de apoio na construção de narrativas, desenvolvimento de personagens e até na revisão de textos. Para alguns escritores, a IA funciona como uma espécie de “coautora invisível”, capaz de sugerir caminhos, ampliar ideias e acelerar etapas do trabalho. Especialistas destacam, no entanto, que o uso da tecnologia não substitui a sensibilidade humana, mas inaugura uma nova forma de produção literária, em que criatividade e inovação caminham lado a lado.

O parágrafo acima foi totalmente escrito via Inteligência Artificial. Uma ótima ferramenta para o trabalho no dia a dia, mas que envilece a literatura, ao desprezar a assinatura pessoal de cada autor. E apesar de achar desnecessário dizer, creio que seja importante deixar claro que o “Entre Linhas e Vozes” não faz uso de Inteligência Artificial para apresentar suas histórias. Assim como Gabriel Menegatti: “Eu realmente nunca usei IA para escrever. Eu envio meus livros para que a Inteligência Artificial dê uma nota para os textos, até porque, eu também aprendo com ela. Mas jamais ‘copiei e colei’ um texto, e isso é fato. Particularmente, eu não gosto de autores que usam IA para escrever. Inclusive, li uma notícia de uma mulher que escreveu 150 livros em um ano usando IA, e ela ficou milionária com isso [Gabriel Menegatti se refere à autora sul-africana que atua sob o pseudônimo de Coral Hart, que ganhou destaque no início de 2026 após relatar ao New York Times que, com a ajuda de Inteligência Artificial, produziu e publicou mais de 200 romances. Ela afirmou ter vendido cerca de 50 mil cópias em 2025, acumulando um rendimento de seis dígitos]. Não vejo mérito algum em quem usa IA para contar histórias. As próprias editoras não publicam um livro quando comprovam que ele foi escrito utilizando IA".

Ainda sobre parecer algo que realmente não é, Menegatti fala sobre o crescimento no número de vendas de livros no Brasil: “Aos poucos, o hábito da leitura está crescendo no país. Ler é um ato político, especialmente para se discutir qualquer assunto na vida e debater variados assuntos na sociedade. Ler é fundamental para acrescentar à própria cultura”.

Segundo a presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), Sevani Matos, “o crescimento de 3 milhões de novos consumidores em um único ano mostra que o livro mantém sua relevância e que há espaço consistente para a expansão do mercado editorial brasileiro”. Apesar de ser verdade que mais brasileiros estão comprando livros, paradoxalmente isso não significa que mais gente está lendo no país. Mariana Bueno relatou que os livros de colorir foram um fator relevante para o crescimento registrado. No ano passado, 7,1% da população adulta, cerca de 11 milhões de pessoas, comprou ao menos um exemplar. O número equivale a 40% do total de consumidores de livros. Triste, mas real.

Das páginas à telinhas

"Ele começa a queimar vivo dentro do espelho, não fala, grita. Eu começo a me afastar, gritando e chorando. Não, alguém me ajuda, socorro, socorro! Eu grito desesperado, não há mais salvação para mim. Ao me afastar de costas, nem percebo que Mark estava atrás de mim. Ei, você tá bem? Eu dou de costas com ele. Nos trombamos e eu assusto. Começo a gritar e chorar [SIC]. Eu odeio chorar. É muito íntimo para eu expor minha fraqueza". (O Assassino do Espelho, página 85).

Sentado ao sofá, balde de pipoca no colo e o controle nas mãos diante de uma tela de infinitas possibilidades. Acessar as plataformas de streaming  parece ser correr uma maratona só para escolher um título para assistir. A escolha seria muito mais facilitada se O Assassino em Espelho já tivesse sido rodada em um grande estúdio, e se tornado uma minissérie. Esse é o sonho do jovem escritor serrano: “Meu sonho é que esse livro se tornasse uma série de TV, ou da Netflix, por exemplo. É um livro que possui muitos aspectos que dariam para virar uma série, com um enredo com peso psicológico, o que faz com que ele tenha mais aparência para virar uma minissérie ou uma trilogia, e não um filme. Além disso, há muitos personagens importantes e profundos, como o protagonista,, Caleb Doourbelg; Nick, o filho de Caleb; Juan, o psiquiatra do personagem principal; Matteo; Kaio, que é um personagem que (... aqui, Gabriel para de falar, respira e retoma o pensamento), não! Eu quase dei um spoiler. Melhor ficar quieto, mas prestem atenção a essa personagem, fiquem atentos, é só o que posso dizer (risos), entre outros”.

O início da caminhada é alimentada basicamente pelo sonho e pela vontade de fazer acontecer. Conforme a estrada vai ganhando terreno, o tempo vai passando, e as páginas são preenchidas, o autor de um livro percebe que está no caminho certo, mas nem sempre ele sabe exatamente onde o caminho vai dar. A esse tipo de escritor convencionou-se denominar de “jardineiro”, que se trata de um estilo de escrita orgânico, popularizado por George R. R. Martin, autor da série “As Crônicas de Gelo e Fogo”, obras que inspiraram “Game Of Thrones”, sucesso de público e crítica. Nesse estilo, a narrativa evolui naturalmente, sem planejamento estruturado, semelhante a cultivar um jardim: “A parte que mais gostei do meu livro é o final, porque eu simplesmente não esperava esse final. Não posso falar exatamente como ele ocorre, mas é muito, muito surpreendente. Posso garantir que não tem como o leitor esperar alguma coisa assim, e todos que leram se surpreenderam com o fim, acreditando que quem era bom não era, quem era ruim, viram que não era tão ruim assim, entre outras descobertas. Eu me considero um escritor jardineiro, que é aquele que vai descobrindo a própria história com o desenrolar dela. Ou seja, eu sabia até certo ponto onde iria dar, mas depois dali, fui escrevendo e descobrindo como tudo iria acontecer, e isso foi incrível, sabe? Porque não imaginava que fosse encerrar daquele jeito”, relembra.

Ao levantar os olhos, Gabriel Menegatti viu um jovem diante dele. O tom dourado dos cabelos pintava também sua sobrancelha. Rosto jovem, os olhos, ainda cansados pelo despertar da manhã, brilhavam como os dele para o futuro promissor que o aguardava, e o sorriso largo e jovial denunciam a pouca idade nos modos pueris. O homem diante dele repetia simetricamente o que ele fazia, porém, tudo ao contrário. Ao esmagar os olhos com as costas dos dedos das mãos, Gabriel Menegatti pôde ver melhor o espelho que refletia sua própria imagem. E refletindo sobre o desenrolar de sua própria narrativa, ele pensou também sobre o significado do nome de seu livro: “Assumo que pensei em diversas possibilidades de títulos, como “Quando o Sol se Pôr”, mas que, no fim, considerei ser totalmente diferente da história final. Escolhi esse nome por conta do reflexo que vemos no espelho, que não é necessariamente de uma pessoa boa ou má, mas diferente daquela que costumamos ver. E isso acontece com o Caleb também, que se vê uma pessoa desprezível, mas carregado de inúmeras condições psicológicas, como a esquizofrenia, que causam nele sensações adversas. Com o passar das páginas, ele mesmo percebe que nem tudo é real. Diante do espelho, vemos o que somos, mas muitas vezes, ao contrário”.

E quando acordamos, na vida real, e nos damos conta de que a rotina e o cotidiano muitas vezes nos afastam dos nossos sonhos. Como voltar a dormir? Ou melhor, como lutar para realizar os sonhos - incluindo aqueles que desejam escrever um livro também? “Eu treinei a resposta a essa pergunta, tá bom? Porque eu tinha certeza de que você faria (risos). Então, vamos lá. Qualquer sonho é um sonho válido e deve ser seguido ao máximo. Nunca podemos desistir dele. Na escrita, basicamente é preciso treinar, não basta apenas querer escrever ou esperar uma inspiração. Inclusive, eu faço parte de um grupo de autores que troca informações, dicas e curiosidades, além de aulas de escrita e roteirização, com exercícios e outras atividades. Eu recomendo isso a quem deseja se tornar escritor, para treinar a escrita criativa e deixar o texto cada vez mais interessante. Mas o que importa no fim é seguir o sonho, até mesmo porque, toda escrita é, por si só, interessante, pois serve para o autor expressar os sentimentos mais profundos da alma. Eu sou favorável a que o ser humano caminhe sem rumo, sem saber para onde vai e sem conhecer o caminho, porque, assim, colocará os pensamentos em dia e a mente para funcionar, organizando a criatividade. Escreva, escreva tudo, sobre tudo, um diário de vida, porque são pobres os autores que pensam que só se escreve quando há inspiração. Na minha opinião, um autor bom de verdade escreve com transpiração”.

O Assassino do Espelho está em pré-venda diretamente pelo Instagram de Gabriel Menegatti: @menescritor. A intenção do autor é realizar uma noite de lançamento com autógrafos, e quando isso ocorrer, estaremos lá para conferir.

Você pode ouvir essa história, com a entrevista de Gabriel Menegatti, além de ouvir os próximos episódios da série Entre Linhas e Vozes no canal da Freestory no Spotify, clicando aqui.

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