Ibraim Gustavo
Ibraim Gustavo

Jornalista, pós-graduado em Marketing, MBA em Comunicação e Mídia, e MBA em Empreendedorismo e Inovação. Empreendedor, é sócio-fundador da Freestory – A primeira plataforma do Brasil de autodescrição com storytelling, IA e IoT. Com formação em Profissões do Futuro (O Futuro das Coisas) e no Programa de Capacitação da Nova Economia (Startse). É também músico, escritor, roteirista e storyteller.

Colunas

Entre Linhas e Vozes - Episódio 3: Exposição Mistérios do Antigo Egito chega à região

Mostra itinerante está no Shopping Parque Dom Pedro com 200 peças entre originais e réplicas, além de sala imersiva 360º

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Entre Linhas e Vozes - Episódio 3: Exposição Mistérios do Antigo Egito chega à região
Entre originais e réplicas, mostra em Campinas reúne aproximadamente 200 objetos para visualização | Divulgação
Entre Linhas e Vozes - Episódio 3: Exposição Mistérios do Antigo Egito chega à região
Entre Linhas e Vozes - Episódio 3: Exposição Mistérios do Antigo Egito chega à região
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Entre Linhas e Vozes - Episódio 3: Exposição Mistérios do Antigo Egito chega à região

Eram 5 da manhã quando o telefone do quarto começou a tocar. Era a recepção do hotel, dizendo que o carro estava pronto, e ia levar os viajantes para sua missão. Depois do rápido café, mochila nas costas e garrafa de água na mão. O dia seria longo em Luxor, uma linda e histórica cidade do Egito, antiga capital do país, onde muitos mistérios aguardam nossos exploradores.

Bebendo nas fontes históricas, a startup serrana Freestory já teve a sua própria missão no norte da África, a fim de descobrir os Mistérios do Egito - segundo episódio da áudio-série infantil original Aventurados (2020), disponível no Spotify e outras plataformas de aplicativos (ouça aqui). O trecho transcrito acima é a abertura do episódio.

O Egito é logo ali

Para quem mora em Serra Negra e na região de Campinas, não é mais necessário atravessar o oceano em quase um dia inteiro de viagem com conexões e pousar no Cairo, como fizeram Meg, Ed, Vic e Tom - personagens da áudio-série - para desvendar os mistérios do Egito. Isso porque, a Maisur Musa Produções Culturais trouxe o Egito na bagagem, e aterrissou em Campinas com a Exposição Itinerante Mistérios do Antigo Egito e Terra Santa. Aberta diariamente (inclusive nos feriados), a mostra histórico-cultural está no estacionamento do Shopping Parque Dom Pedro, com mais de 190 peças, entre itens originais e réplicas fieis, que contam a tradição e que revelam os segredos dos faraós, múmias, deuses e imperadores romanos.

Pelo seu caráter itinerante, a exposição já percorreu dezenas de cidades, impactando milhares de pessoas nas últimas décadas: “Essa exposição roda o país desde o ano de 1995, ou seja, estamos completando, em 2026, 31 anos de história da primeira exposição itinerante sobre o Antigo Egito no Brasil. Nos últimos anos, desde a pandemia, passamos por diversos lugares, como municípios do interior de São Paulo, capital paulista, Porto Alegre-RS, Vila Velha-ES, entre outros. Sem um local fixo, a ideia é, justamente, levar essa cultura tão rica, diversificada e de difícil acesso ao público, pois para ter contato com ela, as pessoas precisariam viajar para outro país. E estando em um shopping center ou locais semelhantes, cumprimos o objetivo dessa exposição, facilitando o acesso a um maior número de pessoas que gostam e apreciam o tema. A escolha pelo Shopping Parque Dom Pedro se dá porque trata-se do local perfeito para esse tipo de atividade, tanto pela quantidade de público que ele recebe diariamente, quanto pela sua excelente localização, ao lado de uma das rodovias mais importantes e movimentadas do interior do estado, e ainda porque há em Campinas um interesse cultural importante por parte dos moradores”, afirma Kais Musa, produtor cultural e curador da exposição.

Apesar do período curto que a organização costuma permanecer em cada cidade, Campinas foi gentil e estrategicamente escolhida para sediar a mostra por mais tempo: “Nós já conhecemos o potencial do shopping, da localização e do público que o frequenta. Campinas é uma cidade onde se tem um interesse cultural muito grande, principalmente porque ela abriga duas grandes faculdades e centros de pesquisa que, inclusive, ficam muito próximas à exposição, que são a Unicamp e a PUC. Por serem grandes centros de pesquisa, esses locais estimulam a produção de conhecimento, seja ele histórico, geográfico ou científico, o que é muito familiar para o ambiente de um museu, promovendo uma relação muito forte com a temática que propomos. Sabendo desse grande interesse do público campineiro, aliado ao fato de a cidade estar próxima a diversas outras e de fácil acesso pela rodovia, nós optamos por permanecer instalados aqui por um período de tempo um maior, em torno de cinco meses de exposição, um pouco a mais que os dois ou três meses que normalmente trabalhamos com ela em um único local antes de fazer a mudança de de endereço”.

O público que visita o local não é constituído unicamente por moradores de Campinas e região. Musa comenta que o espaço já recebeu, logo nos primeiros dias de abertura (em 17 de janeiro), pessoas vindas de outros estados, como Minas Gerais e Paraná, além de outros lugares relativamente distantes, que aproveitaram para conhecer a exposição.

Enriquecimento cultural e experiência sensorial

“Quem gosta de velho é museu”; “eu não frequento museus porque tem cheiro de coisa antiga”. Atire a primeira pedra quem nunca ouviu - ou mesmo disse - uma dessas frases. De acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), o Brasil possui, hoje, 3.793 museus em funcionamento. Segundo pesquisa do próprio Ibram datada de 2023, 893 dessas instituições relataram receber um total de 27,4 milhões de visitantes naquele ano.

Assim como em outras partes do país, a região do Circuito das Águas Paulista também possui centros culturais, como o Museu da Porcelana de Pedreira (Pedreira-SP), o Museu Bernardino de Campos (Amparo-SP), e o Museu Municipal de Socorro (Socorro-SP). Além deles, as cidades do entorno recebem também inúmeras mostras artísticas e culturais das mais variadas áreas ao longo do ano, como o município de Serra Negra-SP, que recebeu, em 2025, as mostras "Brincar de Futebol - Fotografias", do Museu do Futebol, e "Imigrantes do Café", realizada pelo Museu do Café em parceria com o Museu da Imigração.

Apesar do número relativamente satisfatório de centros culturais em uma região de cerca de 300 mil habitantes, lamentavelmente a cultura de visitas a museus ainda não faz parte da rotina anual - quiçá diária - dos brasileiros. O aumento do número de frequentadores destes locais passa pelo trabalho de incentivo, por meio dos próprios gestores, de historiadores e arquivistas, de escolas, da imprensa e do Poder Público. Além disso, é fundamental que o público conheça a importância dos museus como arquivo histórico, bem como de seu trabalho que vai além do passado, conectando o futuro por meio de recursos digitais e tecnológicos, que possibilita visitas imersivas, baseadas em storytelling, garantindo emoção, engajamento e envolvimento do público com a história apresentada.

A exposição é dividida por alas, sendo a primeira parte referente à Terra Santa - Jerusalém (ala 1), localizada na região do Oriente Médio onde viveram diversos povos que tiveram e receberam grande influência do Egito e demais localidades próximas, em uma região que foi, inclusive, dominada pelos egípcios durante o período do grande império. Os outros setores se dividem em: Faraós (ala 2), apresentando as figuras mais icônicas do Egito, como Ramsés II e Nefertiti, incluindo uma peça original do Período Neolítico e um colar de mumificação; Mitológica - deuses (ala 3), um mergulho na espiritualidade egípcia. Exibe divindades como Osíris, Bastet, Hórus e Toth, revelando como a religião moldava a sociedade egípcia; Ptolomaica (ala 4), que foca no domínio grego-macedônico no Egito, e traz o busto de Cleópatra VII, além de artefatos do período romano e peças originais de familiares da rainha; Mortuária (ala 5), abordando os complexos rituais de morte e mumificação. Destaque para múmias com réplicas ricas em detalhes e máscaras funerárias originais, além de um vaso canópico autêntico; Tutankhamon (ala 6), sem sombra de dúvidas, um dos momentos mais aguardados da visita, apresenta réplicas perfeitas de artefatos encontrados na tumba do jovem faraó, incluindo os três sarcófagos dourados, sua máscara mortuária e bustos usados na época. 

- Ainda bem que chegamos cedo. Não tem ninguém para atrapalhar nossa missão. Quando a portaria abre a entrada ao público, começa a encher de gente, e nem dá mais para se movimentar direito aqui dentro.
- E o que vamos pesquisar aqui?
- Nós precisamos descobrir a verdade sobre um dos faraós mais famosos do Egito: Tutankhamon.
- Tutan… o quê?!
- Tutankhamon! Um jovem rei que morreu quando tinha só dezenove anos.

Diferentemente de Meg, Ed, Vic e Tom, que partiram em viagem até o Egito, os interessados em conhecer mais sobre a história do célebre faraó podem ir até o Shopping Parque Dom Pedro, em Campinas, para desvendar os mistérios desse antigo rei egícipcio, numa área dedicada exclusivamente a ele: “Há na exposição uma parte dedicada exclusivamente ao faraó Tutankhamon, o mais famoso de todos os reis egípcios, bem como a ala do período Ptolomaico, que narra a história a partir da chegada do imperador grego Alexandre, o Grande, com o império helênico passando a ter grande influência no Antigo Egito durante a última era faraônica, quando surge a famosa Cleópatra”. 

Formada por aproximadamente 200 peças, entre originais e réplicas, além de muita tecnologia, a exposição itinerante Mistérios do Egito Antigo e Terra Santa cumpre o seu papel social ao promover a união funcional e eficiente do passado com o futuro por meio da tecnologia: “É uma exposição riquíssima. Ao todo, contamos com centenas de peças em exibição, sendo 77 originais e 115 réplicas, abraçando uma enorme diversidade de representações, de faraós, deuses, bustos, máscaras mortuárias, múmias e sarcófagos, assim como algumas peças menores, do cotidiano, que são também muito interessantes para compreendermos como era o dia a dia daqueles povos: artefatos, moedas, pontas de lança e outros itens de caça, vidros e joias. Além disso, trouxemos uma novidade para Campinas, que é a sala imersiva com projeção em 360º, com áudio de cinema 5.1, que traz uma experiência diferente para os visitantes. Muita gente que não está acostumada, ou talvez não tenha um interesse tão grande nas peças, também consegue aproveitar o passeio por meio dessa junção dos dois mundos: o clássico, com a exposição dos artefatos, somado ao que há de mais moderno no mundo hoje, que é a inovadora sala imersiva. Neste espaço, onde o visitante pode se sentir em casa, ele tem um contato diferente com a história. Há relatos de visitantes que entram na sala imersiva, pessoas de todas as idades, de adolescentes a idosos, e que testemunham uma surpresa muito grande ao saírem de lá de dentro. Há quem diga, por exemplo, que já esteve no Egito no passado e, ao visitar o museu e acessar a sala imersiva, assistir ao vídeo e ouvir a narrativa, retorna ao passado para lembrar o que ele vivenciou naquele país, saindo da sala com os olhos marejados, literalmente chorando de emoção por lembrar daquilo que visitou”. No espaço, o visitante aprende de forma dinâmica e emocionante sobre: a criação do Egito Antigo e os primeiros agrupamentos humanos às margens do rio Nilo; o surgimento dos faraós; a história das grandes dinastias egípcias; a construção das pirâmides e sua importância espiritual e arquitetônica; e sobre o ritual de mumificação, um dos processos mais misteriosos e sagrados da cultura egípcia, que envolvia espiritualidade, ciência e devoção aos deuses.

Musa defende que o conceito inovador de exposição é uma forma de atingir outros sentidos das pessoas, tanto auditivo, como a parte visual: “O objetivo é o de trazer uma interatividade maior para as pessoas, além de permanecer somente em frente às peças para visualização, o que por si só já é algo realmente magnífico. A sala imersiva é um diferencial que atinge as pessoas de uma forma diferente, apresentando essa cultura tão rica de uma maneira diferenciada e mais completa possível, assegurando a satisfação de todos os visitantes, até mesmo daqueles que não têm o costume de visitar museus. Aliás, é comum recebermos comentários de pessoas que afirmam nunca terem ido a um museu na vida, mas que ficaram interessadas na sala 360º, e quando chegaram aqui e viram também as peças pessoalmente, acabaram se surpreendendo e percebendo que a ideia que tinham de museu era algo completamente diferente. É corriqueiro muitos desses clientes ao saírem daqui pedirem indicações de outros centros culturais e outras exposições que possam visitar, seja de assuntos relacionados ao Egito ou de outros temas. Portanto, temos orgulho em saber que nosso trabalho é uma porta de entrada para que mais pessoas passem a apreciar esse tipo de cultura e de evento que é realmente enriquecedor”. 

E na sala de imersão digital, o visitante não só conhece, visualiza e ouve uma história. Antes, recebe um aprendizado dinâmico e emocionante sobre a criação do Egito Antigo, com uma profundidade pedagógica e uma largueza histórica importante, oferecendo respostas a antigos debates, como a importância espiritual e arquitetônica das pirâmides, o ritual de mumificação, que ainda gera dúvidas no imaginário coletivo sobre como era feito, o porquê e quais as representações histórica, espiritual e antropológica para aqueles povos, envolvendo, assim, uma gama imensa de temáticas, tais como espiritualidade, devoção aos deuses, cultura egípcia e ciência. Portanto, há muita coisa para se aprender: “Esse é um detalhe importante de lembrar: a exposição faz sentido para todos. É fundamental entender que mesmo quem não conhece absolutamente nada sobre o Antigo Egito, vai aprender muito sobre essa cultura. Todas as peças trazem um informativo embaixo delas explicando se é um objeto original ou uma réplica, e contando a história contextualizada de cada uma delas, além de profissionais disponíveis durante todo o percurso para tirar dúvidas sempre que necessário”, explica o curador.

De Hollywood para o Egito

Múmias se levantando das profundezas para se vingar de seus inimigos, tempestades de areia que trazem ao plano humano deuses mitológicos e seres fantasmagóricos amedrontadores. Hollywood vive do drama, e é de onde os estúdios colhem suas fortunas. A vida real, porém, é um tanto diferente. Os rituais de mumificação, os cultos às divindades e as invenções dos povos egípcios são muito melhormente explicadas em exposições históricas que pela telona: “Não é preciso ter nenhum conhecimento prévio para conhecer e interagir com a exposição e ter o entendimento dessa cultura tão rica. Com a visita, é possível compreender os mais diversos assuntos que circundam a cultura egípcia, como a vida cotidiana em geral das pessoas, a temática religiosa, e até mesmo as questões místicas que envolvem aquela sociedade e que excitam curiosidade nas pessoas. Exemplos disso são a vida e a morte do faraó Tutankhamon, e os processos de mumificação e embalsamamento. Muitas vezes, os filmes de Hollywood podem apresentar essas temáticas enviesadas e até mesmo fazendo uma leitura equivocada da realidade, gerando na audiência uma ideia distorcida sobre esses personagens e essas situações, relacionando-as, por exemplo, ao terror ou coisa parecida, quando, na verdade, para aqueles povos não se tratava disso, mas de um momento e um significado sagrados. Além de uma cerimônia muito bela, o processo de mumificação, para eles, era um privilégio, algo essencial para o pós-vida. Se nos atentarmos bem e fizermos algumas analogias, perceberemos que não é algo tão extraordinário do que a nossa sociedade atual acredita. Neste sentido, nosso trabalho contribui para a pessoa compreender todos esses quesitos, abandonar seus preconceitos e ter uma ideia mais expandida de como o presente apenas repete o passado histórico”, defende o curador da mostra itinerante.

Em se tratando do Antigo Egito, essa verdade é sobressalente, já que ciências diversas apontam aquele território como os berços da civilização e da humanidade em muitos sentidos, conferindo à ele algumas das noções mais patentes atuais de criação do mundo, desenvolvimento da arte, da ciência, da matemática e da astronomia, o domínio do vidro, entre tantas outras conquistas que trouxeram avanço para a humanidade.

Kais Musa correlaciona os dispositivos de entretenimento, como filmes, séries e jogos com a possibilidade de aprendizagem da história, falando da importância de crianças, jovens e adultos aprenderem sobre uma cultura milenar por meio desses recursos, sem abrir mão do conhecimento que é possível adquirir e ampliar com uma visita à mostra itinerante em Campinas: “O objetivo maior da exposição é levar aprendizado e um contato inicial para quem nunca teve a oportunidade de conhecer as antigas civilizações, assim como ampliar as possibilidades de um conhecimento mais aprofundado para quem já tem ciência acerca da temática. Ou seja, conseguimos atingir todos os públicos, até mesmo de pessoas, especialmente as mais jovens, que reconheceram personagens de jogos, filmes e séries, como divindades, reis e outros, e isso é bastante comum por aqui. São produções que se utilizam do contexto histórico e apresentam seus personagens como deuses, ou com nomes de faraós. Recentemente, a Marvel lançou uma minissérie chamada Cavaleiro da Lua (2022), que explora o tema com um embasamento relativamente bom se comparada a outros filmes e conteúdos do gênero”, comenta Musa.

Steven Grant, um gentil funcionário da loja de um museu, passa a ser atormentado por lapsos de memória e lembranças de outra vida. Ele descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e que compartilha seu corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc entram em ação, a ‘dupla’ precisa navegar por suas identidades complexas ao mesmo tempo em que se depara com um mistério mortal envolvendo os poderosos deuses do Egito.

A sinopse oficial dos estúdios Marvel apresenta a minissérie - disponível no Disney+ - dirigida por Jeremy Slater, estrelando o indicado ao Globo do Ouro de 2026, Oscar Isaac, como protagonista, e que tem Ethan Hawke, indicado ao Oscar de Melhor Ator também em 2026, no papel do vilão Arthur Harrow. Sem sair de casa e sentado no sofá, é possível saber um pouco mais sobre o Antigo Egito. Mas o convite de Kais Musa é para que o público vivencie de perto essa experiência: “Alguns deuses egípcios mostrados em Cavaleiro da Lua estão aqui entre nós, na exposição itinerante. Há representações deles aqui, como inúmeras outras, de outras produções cinematográficas. Acredito que esse é um dos segredos que faz o público ser bastante amplo, e que agrada os visitantes”.

Para todos os públicos

Crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos podem aproveitar e aprender muito com a exposição. E, sim, é para todos os públicos, já que a organização garante acessibilidade e inclusão para Pessoas com Deficiência (PcD): “Pessoas com Deficiência ou que apresentem qualquer tipo de dificuldade, como mobilidade reduzida, por exemplo, também são bem-vindas. Térrea, a exposição tem um espaçamento grande entre uma obra e outra, facilitando a locomoção de cadeirantes, e não é necessário acessar um segundo andar através de escadas, por exemplo”.

Escolas, empresas, igrejas, pesquisadores e outros visitantes que desejam fazer o passeio em grupo são recebidos de maneira especial, em horário estendido, com a possibilidade de palestras e outras atividades dinâmicas com os participantes. Para isso, basta realizar o agendamento pelo Instagram ou pelo site oficial do evento.

Kais Musa ressalta que é essencial o interessado comprar o ingresso com antecedência para aproveitar a experiência com tranquilidade: “É bom garantir o quanto antes, até porque muitas vezes as pessoas planejam comprar mais tarde e por inúmeros fatores e imprevistos da vida quando decidem finalmente fazer a visita a exposição acabou, ou naquela data os ingressos se esgotaram, ou outros motivos que impedem o visitante de comparecer. Vale lembrar que a exposição está localizada no estacionamento do shopping, e há dois acessos: o primeiro direto do estacionamento da Entrada Árvores, ou por dentro do shopping, saindo do Anel Árvores, basta virar à esquerda e seguir em frente. Caso o interessado não consiga encontrar a mostra dessa maneira, ele pode visitar nosso quiosque, localizado em frente à Vivara (Anel Águas), para receber orientação de como chegar”.

Escolas, empresas, igrejas, pesquisadores e outros visitantes que desejam fazer o passeio em grupo são recebidos de maneira especial, em horário estendido, com a possibilidade de palestras e outras atividades dinâmicas com os participantes. Para isso, basta realizar o agendamento pelo Instagram ou pelo site oficial do evento (links disponíveis ao final da matéria): “Convidamos todo o público para viverem essa experiência maravilhosa, seja para quem tem o hábito de visitar museus, seja para quem ainda não possui esse costume, sendo uma ótima oportunidade de introduzir esse tipo de conteúdo à rotina. Recebemos muitas crianças e pais que trazem seus filhos que estão estudando o tema na escola, no 6º ano do Ensino Fundamental e no 1º ano do Ensino Médio, e todos gostam muito. Aproveito para solicitar que visitem o site para garantir o ingresso, e verifiquem também quem tem direito à meia entrada, pois a lista de quem possui o benefício é bastante ampla e está disponível no site. Aproveitem, porque será uma ótima oportunidade. Garanto que todos irão gostar muito”, finaliza o produtor cultural.

Os interessados em obter mais informações ou entrar em contato com a produção, podem acessar os canais de comunicação oficial do evento, que é o site e o Instagram @museuegitoeroma.

E a Meg dá o recado final aos Aventurados:

- E se os nossos amiguinhos exploradores nos ajudarem a descobrir quem foram os outros faraós? Vai ser muito divertido!

Ou seja, para saber mais sobre os Faraós e aprofundar os conhecimentos em Egito Antigo, basta dar uma passadinha ali no Shopping Parque Dom Pedro, em Campinas, e aproveitar a Exposição Itinerante Mistérios do Antigo Egito e Terra Santa.

Você pode ouvir essa história, com a entrevista de Kais Musa, além de ouvir os próximos episódios da série Entre Linhas e Vozes no canal da Freestory no Spotify, clicando aqui.

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